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Quanto custa continuar com um totem manual?

  • 23 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura
Manual vs Eletrônico
Manual vs Eletrônico

Introdução:


Muitas vezes, o maior custo não está em investir no novo — mas sim em manter o velho. O totem manual, embora pareça mais económico à primeira vista, pode estar a gerar despesas silenciosas que afetam a rentabilidade do seu negócio.




1. Tempo perdido é dinheiro perdido


Cada vez que um colaborador precisa trocar manualmente os preços, perde-se tempo valioso. Esse tempo poderia estar a ser usado em tarefas mais produtivas e estratégicas. Horas acumuladas viram prejuízo.




2. Risco de erros custa caro


Um preço trocado por engano, um número invertido ou desatualizado pode causar confusão, perda de vendas ou até problemas legais. E isso sem contar o impacto negativo na imagem da empresa.




3. Custos de manutenção constantes


Totens manuais desgastam-se com facilidade: letras caem, placas racham, estruturas enferrujam. A manutenção é mais frequente e cumulativa — e muitas vezes ignorada, até ser tarde demais.




4. Desgaste da estrutura e da equipa


Além da estrutura física, quem troca os preços está sujeito a esforço físico repetitivo, exposição ao clima e riscos de acidentes. Isso aumenta a necessidade de EPIs, formações e atenção redobrada com a segurança.




Conclusão:


Continuar com um totem manual pode parecer mais barato — mas não é. Os custos invisíveis vão-se acumulando ao longo do tempo. Investir num totem eletrônico é, acima de tudo, uma decisão inteligente e sustentável para o futuro do seu negócio.



O que acha disso? Deixe o seu comentário ou opinião abaixo.

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